quinta-feira, 9 de julho de 2009

Empresários mudam a cara de Canoa Quebrada

















A união dos empreendedores de Canoa Quebrada (CE) está mudando uma das regiões mais bonitas do litoral cearense. A 130 quilômetros de Fortaleza, a praia ficou conhecida na década de 70 como a cidade dos hippies e alternativos.

Naquela época, Canoa representava um atrativo exótico e pouco conhecido. Estradas de terra afastavam os menos aventureiros. Aos poucos, a região foi ficando mais conhecida tanto no Brasil como no exterior, atraindo investidores nacionais e estrangeiros.

Os antigos pescadores e rendeiras continuam lá, mas mudaram seus hábitos de vida para se adaptar à nova realidade econômica da região, voltada para as atividades turísticas. Hoje a infra-estrutura é bem diversificada, com bares e restaurantes de diferentes cozinhas, hotéis, pousadas e os mais diferentes passeios. Os turistas também mudaram. Agora procuram charme, conforto e alguma sofisticação, com tempero brasileiro.

Em 2003, foi criada a Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada, que hoje trabalha ativamente em toda a região, reunindo 80 estabelecimentos. Junto com a prefeitura de Aracati, cidade que fica a 12 quilômetros de Canoa Quebrada, a associação quer criar novas oportunidades de desenvolvimento para o município.

Um dos resultados obtidos pela parceria foi a criação de boxes para os ambulantes na Brodway, a principal rua da cidade. "Os ambulantes estavam atrapalhando o comércioe colocando em risco a vida dos turistas. Com os boxes personalizados, eles passaram a ter um ambiente mais propício para o trabalho", diz José Ruy Barboza, diretor da associação.

Segundo ele, o Sebrae no Ceará tem feito um trabalho de capacitação dos empresários bastante significativo. Um projeto de lei que está na Câmara da cidade irá criar a Secretaria de Turismo, com um fundo municipal e orçamento próprio. "Com isso, podemos investir ainda mais no turismo e estimular os empresários a investir", diz a secretária de Turismo, Cultura e Meio Ambiente de Aracati, Iane Moreira Lima.

Aracati aguarda agora a construção de um aeroporto internacional, que deverá ser concluído até o fim deste ano. A expectativa é atrair ainda mais turistas do Sul e Sudeste do país, já que haverá vôos diretos de São Paulo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Aeroporto de Aracati está com obras em ritmo acelerado

As obras do Aeroporto de Aracati, orçadas em R$ 20 milhões, são feitas por consórcio de empresas

Aracati. Apesar das chuvas que caem no Ceará, e da crise mundial, as grandes obras não podem parar. E os trabalhos de construção do Aeroporto de Aracati, no Vale do Jaguaribe, custeados em R$ 20 milhões, estão em ritmo acelerado. A nova pista de pousos e decolagens, de 1.800 metros, já está em fase de acabamento. Atualmente é construído o pátio das aeronaves e, em seguida, o terminal de passageiros. O local, que terá capacidade para receber aviões de grande porte, será entregue ainda neste ano. Mas o prazo estimado, próximo mês de julho, pode ser prorrogado, a pedido da empresa de engenharia que, para fazer o restante da obra, ainda aguarda aditivo financeiro, a ser repassado nas próximas semanas.

O aeroporto atrairá empresas e empreendimentos turísticos para os Estados do Ceará e o Rio Grande do Norte. O governador Cid Gomes defende que Aracati se posicione como a “segunda capital do Ceará”, devido à grande atração para o turismo internacional.

Os 2.230 metros de pista (1.800m para pousos e decolagens, 30 metros de largura e outros 400 metros para área de escape), já estão completamente pavimentados com asfalto, faltando a sinalização horizontal, que constitui de sinalização na pista e iluminação noturna. A obra, que já empregou 140 pessoas, é feita por um consórcio de construtoras. A maior parte dos recursos, totalizados no valor de R$ 20 milhões, vem do Ministério do Turismo, com contrapartida do Governo do Estado do Ceará.

A Top Engenharia — que também reformou o Aeroporto de Juazeiro do Norte — é responsável pela construção da pista (orçada em R$ 11,6 milhões), dos acessos gerais ao aeroporto e construção do pátio de taxiamento das aeronaves, atualmente em construção. Conforme Edvaldo Caires, engenheiro responsável por essa etapa da obra, deverá pedir um prolongamento do prazo, tendo em vista a espera por um aditivo financeiro para o término do pátio das aeronaves. Em seguida, será construído o terminal de passageiros (ao custo médio de R$ 5 milhões) e o terminal de combate a incêndios.

A Taff Linhas Aéreas construirá dois hangares com oficina de manutenção de aviões, com centro de treinamento de técnicos e engenheiros, conforme Ariston Filho, diretor executivo da Taff, para quem o aeroporto atrairá público europeu como alternativa ao México e ao Caribe. Além disso, é meta do Ministério do Turismo a interiorização do turismo, com o desenvolvimento de 65 destinos no País, dentre os quais, o litoral cearense.

A nova pista terá vida útil de 20 anos e capacidade para movimentar até 1.200 vôos por ano, desde pequenas aeronaves a Boeings do tipo 737. O pátio das aeronaves terá 152 metros de comprimento para 90m de largura. A expectativa é de que o Aeroporto de Aracati incremente o desenvolvimento tanto do Ceará como do Rio Grande do Norte – Aracati fica distante 100km de Mossoró (RN), portanto bem mais próximo do Aeroporto de Natal, capital daquele Estado.

Acessos reformados

Mesmo que não esteja totalmente concluído, mas com o mínimo de operacionalidade, o Aeroporto de Aracati será reinaugurado no segundo semestre deste ano. Está previsto o pouso de um avião da TAM, com turistas de São Paulo, para os hotéis e pousadas de praias como a internacional Canoa Quebrada.

Como uma reação em cadeia da construção do aeroporto, os acessos pela BR-304 estão sendo reformados, bem como a ponte sobre o Rio Jaguaribe. O aeroporto, distante 140km de Fortaleza, começa a operar com vôos charters e dinamizará o turismo nas cidades de Aracati, Fortim, Icapuí e também Beberibe.


Fonte: DN

Obras estão aceleradas

Há quase um ano, a ampliação e a modernização do Aeroporto de Aracati foi anunciada, em cerimônia realizada na própria cidade. Com a reforma, que custará cerca de R$ 12 milhões e aumentará o comprimento da pista dos atuais 1.200m para 1.800m. O terminal ficará pronto para receber aeronaves com até 160 passageiros e será o terceiro mais importante do Estado - atrás apenas de Fortaleza e Juazeiro do Norte. O aeroporto terá, após a reforma, 2.300m², área vip, restaurante, duas lojas e terá condições de receber 150 mil passageiros por ano - o que aumentaria o fluxo de turistas, que já é de 159 mil por ano.

Aeroporto de Aracati gera polêmica

A população de Jijoca de Jericoacoara pensava que a cidade receberia o aeroporto da região. Mas não. Segundo a Secretaria do Turismo do Estado (Setur), foram feitos estudos técnicos que decidiram a cidade de Cruz como o melhor destino turístico

As obras do aeroporto na cidade de Aracati, um dos quatro que o Estado terá, já começaram. A pista de pouso do terminal está pronta

Carlos Menezes se diz surpreso. Presidente da Associação da Juventude de Jijoca de Jericoacoara, ele fala em nome da comunidade da cidade. Todos imaginavam que o aeroporto previsto para a área seria localizado lá, em Jijoca de Jericoacoara. Mas foi pela imprensa que Carlos soube que o aeroporto iria para a cidade de Cruz.

Jijoca é um dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, escolhidos pelo Ministério do Turismo. No Ceará, são quatro. Também recebem o título Aracati, Fortaleza e Nova Olinda. A classificação, segundo Carlos Menezes, é um motivo importante para o recebimento do aeroporto.

A assessoria de imprensa da Secretaria do Turismo do Estado (Setur) informa que o aeroporto foi autorizado pelo Governo do Estado para ser instalado na área de Jericoacoara. Mas a cidade não havia sido definida ainda. Mais recentemente, foram realizados estudos técnicos que selecionaram Cruz como o melhor destino para o aeroporto da região, diz a assessoria.

Por questões ambientais e de preservação do solo, o aeroporto não vai para Jijoca, conforme a Setur. A Secretaria acrescenta que a distância entre as cidades de Cruz e Jijoca de Jericoacoara nem é tanta e, mesmo assim, o local será conhecido como Aeroporto de Jericoacoara. Com a construção desse, serão quatro terminais no Estado: o de Canoa Quebrada, em Aracati; o de Jericoacoara, em Cruz; o do Cariri, em Juazeiro do Norte; e o de Fortaleza.

O aeroporto de Aracati custará R$ 20 milhões e o de Jericoacoara, em torno de R$ 25 milhões. A previsão da Setur é de que, em maio, seja assinada ordem de serviço para a construção do terminal em Aracati. A pista de 1.800 metros já está pronta. Os dois terminais serão regionalizados, decorados com material de carnaúba, por exemplo. A ideia é que o terminal tenha a cara da cidade.

O presidente da Associação da Juventude de Jijoca de Jericoacoara diz que estão sendo feitas reuniões com a comunidade e a Prefeitura para que haja mobilização contra a decisão da localização do aeroporto. "Jijoca de Jericoacoara vive de turismo. Cruz, não", afirma ele. O prefeito de Jijoca está disposto, afirma Carlos Menezes, a desapropriar ou comprar terreno para ser a sede do terminal na cidade.

MAIS

CRUZ
Distância de Fortaleza: 258,5km
Tempo estimado de viagem: 3h48min
Vias de acesso: BR-222, CE-354, CE-178, CE-216, CE-179
Municípios limítrofes: Acaraú, Bela Cruz e Jijoca de Jericoacoara

JIJOCA DE JERICOACOARA
Distância de Fortaleza: 294,9km
Tempo estimado de viagem: 4h19min
Vias de acesso: BR-222, CE-085, CE-354, CE-178, CE-179 e CE-085
Municípios limítrofes: Bela Cruz, Camocim e Cruz.

Fonte: O Povo - Foto: Evilázio Bezerra

Aeroporto de Aracati

Aeroporto de Aracati

As obras estão indo bem.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

CHUVAS VOLTAM A CAIR E NIVEL DAS ÁGUAS SOBE EM ITAIÇABA

As chuvas voltaram a banhar praticamente a maior parte da costa litorânea – até 150km sertão a dentro – do Ceará. 

As nuvens vindas do Oceano Atlântico se condensaram em vários municípios, provocando precipitações acima de 50mm em mais de 20 cidades. 

A chuva também voltou a preocupar a população de Jaguaruana e Itaiçaba,  apesar de os rios terem recuado mais de 80cm, voltaram a subir em torno de 50cm. 

O sol dos últimos dias deu fôlego para as cidades receberem as águas de ontem.

Em Aracati choveu 84,6mm. Por lá, a população está preocupada quanto à segurança da cidade frente às cheias do rio Jaguaribe. Um dique de proteção sofre desgaste.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Comunidades isoladas no Ceará

Mais de 50 comunidades do Interior encontram-se ilhadas mesmo com a diminuição de chuvas no Estado

Palhano. A quantidade de distritos e comunidades isoladas, em decorrência das enchentes no Estado, ainda não está consolidada. Mas estima-se que mais de 50 localidades encontram-se totalmente ilhadas, com dificuldade de acesso até mesmo para receber os mantimentos. De acordo com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil do Estado, o número pode aumentar. Alguns municípios que possuem comunidades isoladas foram divulgados ontem, mas ainda espera-se o resultado final, que deve sair quando o nível das águas baixarem.

Nessas áreas atingidas, os técnicos fazem o trabalho usando barcos e aeronaves com o objetivo de atender às comunidades, seja com entrega de mantimentos ou de atendimento médico. “Pelas informações dos municípios, sabemos que as águas estão baixando. Mas não conseguimos informações de outras cidades e por isso não podemos informar a quantidade exata. Acredita-se que pode aumentar a quantidade de distritos e comunidades isoladas”, informou a Defesa Civil.

Apesar de as chuvas terem diminuído no Estado, a Funceme registrou precipitação em 101 municípios. A maior chuva foi na cidade de Camocim, com nível de 45mm.

Palhano

A cada dia que passa, aumentam os prejuízos e a preocupação com os atingidos pelas chuvas no Estado. Somente em Palhano, na região jaguaribana, cinco comunidades da zona rural estão completamente ilhadas. O acesso é difícil e a condição dos moradores preocupa. Com a perda total da safra de subsistência — milho, feijão e mandioca —, muitos deles não têm o que comer. Dependem exclusivamente de vizinhos, auxílio das cestas básicas distribuídas pela Defesa Civil do Estado ou compram fiado nas mercearias da cidade.

A equipe de reportagem do Diário do Nordeste percorreu, em um barco motorizado cedido pela Prefeitura Municipal, a comunidade de Canto da Cruz. Para chegar às residências, este é o único meio de transporte disponível. Na tentativa de ajudar no deslocamento dos moradores, a Prefeitura disponibiliza o barco de 5h às 18h.

Além de Canto da Cruz, as comunidades de Telha, Lagoa Cercada, Almas e Faíscas encontram-se na mesma situação. São casas alagadas, moradores preocupados em salvar os móveis e plantações totalmente perdidas. À medida que o nível do rio Palhano aumenta, os moradores ocupam, gradativamente, as casas localizadas mais acima do leito. Mesmo assim, algumas famílias continuam a ser removidas para os abrigos, localizados em escolas e centro de evangelização. Os agricultores ainda não sabem o que irão fazer par garantir o sustento das famílias.

O chefe da fiscalização de obras da Prefeitura de Palhano e filho de agricultor, Simplício Santiago, afirmou que nunca precisou comprar feijão, milho ou mandioca. Tudo era garantido pela cultura de subsistência. “Até o alimento das galinhas ficou prejudicado. Temos que comprar o milho e fica difícil, porque gastamos muito”.

Além da plantação perdida com a chuva, há também os prejuízos dos móveis. Na casa da agricultora Maria Geci de Sousa, 38 anos, toda a mobília está suspensa por tijolos. A água do rio Palhano faz uma correnteza nos dois sentidos. O seu quintal se transformou em uma imensa lagoa. “Fico o dia inteiro aqui para ninguém levar minhas coisas”, diz ela.

O prefeito de Palhano, Nilson Freitas, decretou situação de emergência desde o último dia 30 de abril. Segundo ele, o deslocamento dos moradores por meio de barcos é realizado há mais de 15 dias. Sinal de que o nível do rio Palhano não diminuiu ainda. Além disso, o acesso à cidade, pela rodovia estadual CE-371, está quase interrompido. A cheia do rio, ocasionado pelos açudes particulares que romperam, acarreta em mais estragos no município. “Todas as escolas do município, principalmente da zona rural, estão sem aula. Com isso, são cerca de 1.900 alunos prejudicados, tanto do Estado quanto do município, porque o deslocamento é complicado”, disse ele. O gestor também esclarece que, desde o início dos prejuízos, recebe auxílio da Defesa Civil do Estado, como colchonetes e cestas básicas. 

ZONA NORTE

Donativos são entregues por barcos


Sobral. Os municípios afetados pelas chuvas na zona norte continuam com comunidades isoladas. Apesar do nível das águas dos rios e dos açudes ter baixado, as estradas ainda não oferecem condições para transporte terrestre. Por isso, o único meio de chegar a essas localidades é através de barcos ou helicóptero. Na manhã de ontem, um barco do Corpo de Bombeiros de Sobral seguiu com mantimentos e donativos para a localidade de Marrecas, na divisa de Sobral com Santana do Acaraú. Entre os produtos estavam água mineral, leite e também cobertores.

Conforme a Defesa Civil em Sobral, até a amanhã de ontem, já haviam sido distribuídos entre as famílias desabrigadas pelas chuvas 2.069 cestas básicas, 621kg de leite em pó e 11 mil litros de água mineral, além de peças de roupas como lençol (155), cobertor (355) e 548 sacolas contendo peças de vestuários. Também já foram entregues às famílias 755 colchões e 198 filtros para água.

“Nós catalogamos 38 comunidades que estão vivendo completamente ilhadas. Como o nível da água baixou um pouco, algumas dessas localidades estão tendo acesso via terrestre. Mas, mesmo assim, o acesso ainda é difícil”, explicou Jorge Trindade, coordenador da Defesa Civil em Sobral. Ele informou ainda que as comunidades mais afetadas estão em Marrecas, Vila dos Anjos, Alegre e Várzea Redonda. Os distritos afetados foram Bonfim, Taperuaba, Caracará, Aracatiaçu, Patos e Patriarca. Entre os bairros estão Pedrinhas, Tamarindo, Santa Casa, Dom Expedito e Vila Recanto.

Jorge Trindade destacou ainda que o município tem recebido bastante donativos, principalmente por meio da rede de solidariedade formado pela imprensa local. “Nós já recebemos mais de seis toneladas de alimentos doados pela imprensa e a cada momento chegam doações de empresas e outras instituições”.

Em cidades como Santana do Acaraú, Massapê, Marco e Bela Cruz, também há dezenas de localidades completamente isoladas. Essas comunidades estão sendo assistidas por técnicos da Defesa Civil do Estado e Corpo de Bombeiros. Podem ser doados alimento não perecível, roupas, calçados, agasalhos, lençol, colchão, rede. 

SERTÕES DE CANINDÉ

Zona rural de Caridade tem localidades inundadas


Caridade. As constantes cheias do rio Canindé, provocadas pelas sangrias dos açudes Sousa, São Matheus e o Salão, além das sangrias dos açudes de médio porte como Riacho São Francisco, Monte Orebe I e II e Riacho das Pedras, estão causando prejuízos para as 4 mil famílias que residem no Distrito de São Domingos, município de Caridade.

Todas essas águas seguem o percurso do açude Pereira de Miranda, em Pentecoste, mas em Caridade deságuam no São Domingos, onde geram uma calamidade. Desde o dia 25 de abril que essas famílias estão ilhadas, sem poderem sair da localidade por falta de acesso. A passagem molhada de 120 metros sobre o rio Canindé rompeu, causando uma série de prejuízos na lavoura, comércio e patrimônio público. Os moradores estão sem receber assistência médica do Programa Saúda da Família, as aulas foram suspensas e as mães não estão permitindo que as crianças venham para a creche, temendo uma tragédia.

O clima entre os moradores é de medo e apreensão. Segundo o vereador José Botelho, a situação é preocupante. As aulas estão suspensas por falta de transporte e os doentes assistidas pelo PSF correm risco de agravo nas enfermidades.

Mais informações:

Defesa Civil do Estado
(85) 3101.4571
www.defesacivil.ce.gov.br
Prefeitura Municipal de Palhano
(88) 3415.1015                                                     Fonte: Diário do Nordeste

ÁGUAS COMEÇAM A BAIXAR NO VALE

116 açudes monitoradas pela COGERH estão sangrando, mas deste ontem (14) as aguas provenientes do Castanhão e Banabuiú, estão baixando nos municipios de Limoeiro do Norte, Russas e Jaguaruana.


A defesa civil do estado enviou alimentos (1250 cestas basicas), agua potavel e pessoal (12 ) para auxiliar a defesa civil de Jaguaruana.O municipio conta com mais de 1500 familias desabrigadas, que vinham sendo socorridas pela população local e Prefeitura Municipal.


Apesar de Jaguaruana ser um dos primeiros municipios com desabrigados, até o momento o Governo do Estado do Ceará, não repassou um tostão para auxiliar no combate as vitimas das enchentes.